Coisas que todos deveriam saber
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O que pensávamos ser futuro já é realidade !
Carro voador deve ter versão comercial em 2014
Empresa holandesa busca investidores para colocar veículo no mercado. Preço pode chegar a 500 mil euros.

Carro voador holandês aguarda investimentos para poder chegar às lojas (Divulgação)
A empresa holandesa PAL-V quebrou a famosa frase de Calderón de la Barca (dramaturgo e poeta espanhol) que diz "os sonhos, sonhos são" ao tornar realidade a fantasia de criar um carro voador, cuja versão comercial poderá sair à venda em 2014. "Estamos buscando investidores em todo mundo para conseguir os 10 ou 15 milhões de euros que faltam para lançar a versão comercial do carro voador, e esperamos que isso ocorra em 2014", disse, Robert Dingemanse, um dos cofundadores da firma. Estima-se que o veículo custará entre 250 mil e 500 mil euros.
O diretor disse estar "orgulhoso de demonstrar que é possível fazer um carro voador". Nesta semana, após o período de provas, o veículo realizou um voo inaugural bem-sucedido, com o qual fechou a fase experimental e abriu a preparação para saída ao mercado.
Na etapa inicial, a empresa contou com um orçamento de 8,5 milhões de euros, 6 deles fornecidos pelo setor privado e 2,5 provenientes dos cofres públicos, oriundos dos orçamentos de três ministérios. O automóvel de ar e terra (PAL-V, em sua sigla em inglês) funciona em solo como um veículo esportivo, capaz de alcançar 180 km/h e com um desenho aerodinâmico de três rodas que "combina a comodidade de um carro com a agilidade de uma motocicleta".
No ar, o PAL-V voa como um girocóptero graças ao movimento gerado por lâminas situadas na parte superior e ao empurrão de uma hélice dobrável. A velocidade máxima no ar é também de 180 km/h e a autonomia de voo é de 350 a 500 quilômetros. "O projeto começou graças ao financiamento do nosso sócio John Bakker, com o qual pensamos em mudar a forma de voar para poder deslocar de porta a porta", explicou Dingemanse.
Para pôr em prática a iniciativa, os inventores contaram com profissionais de alto nível vinculados ao Laboratório Aeroespacial Holandês e à Universidade de Delft, que se encarregaram de desenvolver a tecnologia.
A empresa planeja agora poder lançar em 2014 os 30 primeiros modelos ao mercado e aumentar o fornecimento no primeiro ano em até cem unidades. "Em um primeiro momento, pensamos como possíveis clientes cidadãos comuns, mas também em profissionais como policiais, médicos e até empresas de transportes", indicou o diretor.
Para poder dirigir o PAL-V não serão necessárias infraestruturas especiais, pois o automóvel cumpre com as regulações existentes nos principais mercados e não requer outro combustível diferente da gasolina, segundo a empresa fabricante.
Os motoristas interessados deverão, além de pagar caro pela novidade, retirar não somente uma carteira especial para dirigir o veículo, mas também uma licença privada de voo.
(Com agência EFE)
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Seres vivos - Origem
O planeta Terra formou-se há cerca de 4,6 bilhões de anos. Sua aparência inicial era completamente diferente da aparência que tem hoje. Não havia nele qualquer tipo de ser vivo.
Supõe-se hoje, através do estudo de fósseis, que os primeiros seres vivos surgiram provavelmente há cerca de 3,5 bilhões de anos.
Ao longo dos tempos, várias hipóteses foram elaboradas na tentativa de responder como os planetas apareceram - como a hipótese da geração espontânea, a hipótese extraterrestre entre outras.
A hipótese da geração espontânea
Até o século XIX, imaginava-se que os seres vivos poderiam surgir não só a partir da reprodução de seres preexistentes, mas também a partir de matéria sem vida, de uma forma espontânea. Essa ideia, proposta há mais de 2.000 anos por Aristóteles, filósofo grego, é conhecida como geração espontânea.
Segundo aqueles que acreditavam na geração espontânea, determinados objetos poderiam conter um “princípio ativo”, isto é, uma espécie de “força” capaz de transformá-los em seres vivos.
Através da geração espontânea, explicava-se, por exemplo, o aparecimento de vermes no intestino humano, como a lombriga, ou o surgimento de ”vermes” no lixo ou na carne em putrefação.
Logicamente, quem assim pensava desconhecia o ciclo de vida de uma lombriga ou uma de mosca. Hoje, sabe-se que as lombrigas surgem no intestino humano a partir da ingestão de água e de alimentos contaminados por ovos fecundados de lombrigas preexistentes. Sabe-se também que os “vermes” que podem aparecer no lixo e na carne em decomposição são, na verdade, larvas de moscas que se desenvolvem a partir de ovos depositados nesses materiais por moscas fecundadas.
A hipótese extraterrestre
Svante Arrhenius (1859-1927), um físico e químico sueco, supunha que, em épocas passadas, poeiras espaciais e meteoritos caíram em nosso planeta trazendo certos tipos de microrganismos, provavelmente semelhantes a bactérias. Esses microrganismos, então, foram se reproduzindo, dando origem à vida na Terra.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Um pouco mais de :
Astrologia
Astrologia
Técnicas astrológicas
A Astrologia actual recorre, essencialmente, à interpretação do Horóscopo Natal do indivíduo (ou entidade) em estudo, e na associação dos significados astrológicos ao contexto da situação apresentada em consulta.
A análise preditiva recorre ainda a algumas técnicas específicas, entre as quais, os Trânsitos (comparação da posição dos planetas, num determinado momento, sobre o Horóscopo Natal do objecto de análise), as Progressões (primárias, secundárias, e terciárias), as Direções de Arco (sendo o Arco Solar o mais utilizado), e o Retorno Solar (cálculo de um novo Horóscopo para o momento do ano em que o Sol passa exactamente em cima do grau em que estava no momento de nascimento da entidade em análise).
A Astrologia Horária, apesar de ter quase desaparecido ao longo do século XX, tem voltado nos últimos anos, em grande parte devido ao renovado interesse em explorar as técnicas tradicionais da Astrologia antiga.
Conceitos clássicos
Os signos e as características humanas
Segundo Bruno Ferreira Pires (século XXI) em seu site Vivastro, os signos do zodíaco representam características da psicologia humana na forma que segue:
- Áries -- ação, impetuosidade, impulsividade.
- Touro -- calma, possessividade, inércia.
- Gêmeos -- dúvida, dispersão, movimento.
- Câncer -- sentimento, acolhimento, intuição.
- Leão -- honra, egocentrismo, coragem.
- Virgem -- razão, exigência, crítica.
- Libra -- equilíbrio, diplomacia, diálogo.
- Escorpião -- intensidade, sexualidade.
- Sagitário -- objetividade, individualidade.
- Capricórnio -- persistência, trabalho, resistência.
- Aquário -- originalidade, criatividade, eloquência.
- Peixes -- sensibilidade, sensitividade, idealismo.
Os signos e as partes do corpo
Segundo Marcus Manilius (século I) em seu poema Astronomica, os signos do zodíaco regem as partes do corpo na forma que segue:
- Áries -- cabeça
- Touro -- pescoço e garganta
- Gêmeos -- pulmões, braços e ombros
- Câncer -- peito, seios e estômago
- Leão -- coração e parte superior das costas
- Virgem -- abdômen e aparelho digestivo
- Libra -- rins, região lombar e pele.
- Escorpião -- genitais
- Sagitário -- quadris e coxas
- Capricórnio -- joelhos, ossos e pele
- Aquário -- pernas e tornozelos
- Peixes -- pés
A Astrologia médica usa também associações entre planetas e partes do corpo.
Pedras zodiacais
- Áries -- Diamante , Cornalina
- Touro -- Esmeralda , Crisoprásio
- Gêmeos -- Olivina , Aventurina
- Câncer -- Pérola , Madrepérola
- Leão -- Rubi , Cornalina
- Virgem -- Safira , Lápis-lazúli
- Libra -- Granada , Quartzo rosa
- Escorpião -- Opala , Turmalina
- Sagitário -- Turquesa , Zircão
- Capricórnio -- Topázio , Olho-de-tigre
- Aquário -- Ametista , Ônix
- Peixes -- Água-marinha , Heliotrópio
Sol da meia noite
O sol da meia-noite é um fenômeno natural que ocorre nos meses de verão em latitudes norte e nas proximidades ao sul do Círculo Polar Ártico , e ao sul e próxima ao norte do Círculo Polar Antártico.
O sol da meia-noite é um fenômeno natural que ocorre nos meses de verão em latitudes norte e nas proximidades ao sul do Círculo Polar Ártico , e ao sul e próxima ao norte do Círculo Polar Antártico.
O eixo de rotação da Terra tem uma inclinação média de climas diferentes e bem distintos em media 68º 617’115" ou seja 68º e 4/12,000 em relação ao plano da América em torno do Sol corresponde à distância , a denominada eclítica , isto é máximo que resulta da intersecção do plano da órbita aparente solar com a esfera celeste. Dado que a Terra, resultante da sua rotação devido ao efeito giroscópio mantém o seu eixo (se descontarmos as oscilações de longo período do próprio eixo de rotação) no correr de um ano a mesma posição inclinada 89,4º em relação às estrelas de fim o que faz com que a projeção dos raios do sol deslocar-se anualmente para norte e sul do Equador, dando origem às estações do ano.
No processo atrás descrito, quando a posição aparente do Sol é tal que o somatório da sua declinação (d), isto é o arco do meridiano do astro compreendido entre o equador e o centro do disco solar, com a latitude do lugar é igual ou superior a 90º, o Sol nunca desce abaixo do horizonte do lugar, descrevendo uma trajetória no céu que tem o seu ponto mais elevado sobre o meridiano do lugar e o mais baixo do lado oposto (isto é na posição em que faz um ângulo de 180º com esse meridiano). Ora como a declinação máxima do sol corresponde à sua posição sobre cada um dos trópicos (a 23º 27’ N ou S, consoante seja o Trópico de Câncer ou o Trópico de Capricórnio, respectivamente), tal significa que:
- Nos dias equinociais, isto é, quando a declinação do Sol é 0º (d = 0º), o dia e a noite são iguais em todo o planeta, já que a soma da declinação com a latitude apenas atinge 90º sobre o ponto exato do polo.
- Quando o Sol inicia a sua subida em direção ao trópico respectivo (Câncer ou Capricórnio consoante estejamos a referir o verão do hemisfério norte ou do hemisfério sul), isto é, se aproxima do solstício respectivo, vai crescendo a partir do polo em direção ao equador a calota em que o sol nunca se põe, isto é, onde o sol da meia-noite é visível: essa calota corresponde sempre à zona cuja latitude é igual ou superior a (90º - d), sendo esta a declinação do Sol naquele dia.
- Quando o Sol atinge o trópico, isto é a declinação atinge os 23º 27’, a diferença de 90º para este ângulo (os tais 90º - d) é de 66º 33’, ou seja, a latitude correspondente ao círculo polar respectivo. Nesse dia, o sol da meia-noite será visto no círculo polar, atingindo a área de visibilidade em sua máxima extensão de sua cauda.
Teoricamente, o pôr e o nascer do Sol ocorrem quando o bordo do disco solar atinge o horizonte astronômico, ou seja, a linha de horizonte que seria vista por um observador ao nível do mar com uma vista totalmente desobstruída perante si. Na realidade o pôr e o nascer do Sol são vistos quando o centro do disco solar está cerca de 50’ (minutos de grau), abaixo do horizonte. Tal deve-se à própria dimensão angular do disco solar sobre o céu e, principalmente, à curvatura dos raios solares causada por refração na atmosfera quando o Sol incide em ângulos baixos, como é o caso quando está próximo do horizonte. Este efeito atmosférico tem grande importância nas zonas circumpolares, pois aí o Sol permanece durante largos períodos próximo do horizonte e as condições de muito baixa temperatura atmosférica o que pode causar grandes variações (de horas) no período de visibilidade do Sol ou do crepúsculo.
Um caso extremo, embora raro, é o efeito da refração, uma anomalia ótica, devido refração dos raios luminosos no teto das camadas atmosféricas de temperaturas diferentes, que provoca uma ilusão ao espectador parecendo observar um achatamento do disco Solar ou lunar e que também permite observar outros astros que se encontram abaixo da linha do horizonte. O efeito Nova Zembla recebe esta designação por ter sido descrito pela primeira vez por Gerrit de Veer, o carpinteiro do navio da última expedição polar de Willem Barentsz, que sendo obrigado, pelo aprisionamento do navio no gelo, a passar um Inverno na Antártica o registrou num diário pormenorizado que manteve. Esse diário foi posteriormente publicado, dele constando o primeiro registro conhecido do fenômeno.
Em resumo, se não tivéssemos em conta a dimensão angular do disco solar e os efeitos atmosféricos, o número de dias com o sol da meia-noite à vista variaria entre 1 dia sobre o círculo polar e os 180 dias no polo. Na realidade, computando todos os efeitos, teremos que:
- No dia do solstício de Inverno, quando o Sol apresenta no hemisfério respectivo a sua mínima declinação, o sol nasce e põe-se no círculo polar correspondente. Tendo em conta a variação de 50’ (minutos de grau) atrás referida a latitude mais elevada onde o sol será visto é de 67° 23' (66° 33' + 50'). Neste dia, naquele hemisfério, todas as localidades situadas acima dos 67° 23’ apenas terão crepúsculo e noite polar. No hemisfério oposto teremos o sol da meia-noite em todas as latitudes superiores a 65º 43’ (66º 33’ – 50’).
- Entre o solstício de Inverno e o equinócio , o Sol irá aparecendo progressivamente em latitudes mais elevadas, reduzindo-se a zona onde o sol não é visível até atingir o polo próximo do dia do equinócio (devido à refração, o Sol será visto do polo alguns dias antes do equinócio ). No hemisfério oposto teremos uma correspondente redução da área que vê o sol da meia-noite (continuando o mesmo visível do polo por alguns dias após o equinócio devido à refração — o número de dias com o Sol acima do horizonte em cada polo atinge 186 dias por ano).
- No dia equinocial, apenas os polos e uma pequena região em seu torno verão o sol da meia-noite, e isto devido à refração. No resto do planeta terra o dia e a noite duram 12 horas cada.
- Entre o equinócio e o solstício de Verão, a área onde o sol da meia-noite é visível cresce das imediações do polo até atingir o círculo polar respectivo. No hemisfério oposto é a noite e o crepúsculo polares que crescem do polo em direção ao círculo polar.
- No dia do solstício de Verão, o sol da meia-noite será visível desde os 65º 43’ (66º 33’ – 50’) até ao polo. No hemisfério oposto, a noite e o crepúsculo solares estendem-se desde os 67° 23' (66° 33' + 50') até às imediações do polo.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Por que tem gente que come muito e não engorda?
Uma das explicações se deve à genética! Ah sempre, ela!
Além dos genes, há outros fatores que explicam o motivo de magros comerem muito e não engordarem.
A Universidade da Califórnia, por exemplo, mostrou que a serotonina, neurotransmissor responsável por controlar a fome e pela deposição de gordura pode ser crucial para definir quem engorda ou não. Como ela faz as duas coisas por canais distintos, acredita-se que alguns comilões que não engordam têm a sinalização da fome funcionando bem, e a da deposição de gordura com alguma falha.
Curiosidade
A curiosidade é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que engendra a exploração, ainvestigação e o aprendizado. A curiosidade faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. Também se designa desse modo qualquer informação pitoresca.
A curiosidade é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que engendra a exploração, ainvestigação e o aprendizado. A curiosidade faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. Também se designa desse modo qualquer informação pitoresca.
Assinar:
Postagens (Atom)


